Ver a Seleção jogar virou um prazer
Vamos combinar que, até o fim das Eliminatórias, após o 3 a 0 desta terça-feira sobre o Paraguai, agora é amistoso. Ver a Seleção virou prazer. Pode haver sofrimento em algum momento do jogo, mas você sabe que há uma ideia, um padrão, um estilo, sempre buscando o gol. Pode ganhar ou perder, mas jogando, confiante.
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O time inteiro age rapidamente para atacar e defender. Isso é treino. Um detalhe interessante de examinar é como a Seleção busca o que Tite chama de zona do funil, por dentro. Pelo lado, a jogada é sempre a penúltima. Philipe Coutinho, Neymar e Marcelo marcaram belos gol deixando a beirada e buscando a zona do funil. Há outros caminhos para o gol, mas esse é o atalho.
Outro detalhe é o número de faltas. O Brasil sempre comete menos, e nem por isso marca com menos eficiência. Oito jogos, oito vitórias, 24 gols pró (média de três por partida), dois contra. Com dois comandos,Tite fora de campo, e Neymar lá dentro, a Rússia que nos espera sorri.
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