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Continuidade a Lisca e o fim dos "mitos" Carvalho e Piffero no Inter: o que pensa Pedro Affatato

O Inter ingressou na semana decisiva para o seu futuro imediato. No sábado, o clube decidirá quem será o seu novo presidente: Pedro Affatato ou Marcelo Medeiros. Affatato, 55 anos, atual 1° vice-presidente eleito e vice de finanças do clube já anunciou o nome de seu técnico, caso seja eleito: Lisca .

— Lisca se encaixa no perfil de profissional que entendemos ser o melhor em nossa filosofia de futebol. Ele é sanguíneo, guerreiro, mas que entende das questões táticas, conhece o clube, é prata da casa — afirmou Affatato, em entrevista a Zero Hora.

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O candidato também anunciou que o ex-presidente do Conselho Deliberativo do Inter Luiz Antonio Lopes será o seu vice de futebol. Além disso, Affatato, proprietário da Sinarodo, empresa de sinalização de rodovias, promete buscar a reunificação do clube, chamado integrantes da oposição para integrar a gestão. Nesta entrevista a ZH, Pedro Affatato faz um mea culpa da gestão e diz ainda que o Inter chegou ao fim de um ciclo, com os "mitos Vitorio Piffero e Fernando Carvalho". Mesmo que o clube permaneça na Série A, o candidato entende que é chegada a hora de uma grande mudança no despertamento de futebol do clube.

Esta é sua segunda campanha a presidência (concorreu e perdeu para Giovanni Luigi em 2010). O que mudou de lá para cá?
O clube cresceu nos últimos seis anos. Na parte que envolve questão financeira e patrimonial, tivemos crescimento significativo, principalmente depois da reforma no Beira-Rio. Hoje, o Inter está muito bem-estruturado nesse segmento. Até para tranquilizar o torcedor neste momento extremamente ruim no futebol, digo: a estrutura está boa mesmo. Isso dá uma certa tranquilidade para enfrentar o momento.

Os sócios votarão sem saber em qual divisão estará o time no ano que vem.
A data nos prejudica. O resultado de campo é significativo em uma eleição, e estamos vivendo isso. Nós, que fazemos parte da gestão, sofremos jutno ao pessoal que comanda o futebol. Acreditamos que podemos permenacer na primeira divisão. Mas de qualquer forma, para nós qe vivemos o clube e entendemos que o Inter é muito maior do que isso, não é só o resultado de campo que importa. O associado tem que saber disso. Estamos preocupados com o que vem acontecendo, e essa mudança que entendemos que precisa ser feita, principalmente no futebol. Estamos mudando um ciclo, isso é claro para nós. Os grandes mitos que comandaram o futebol até então estão tendo dificuldades. Queremos então que a mudança venha.

Que tipo de mudança?
Mudanças na forma de gerir o futebol. Um clube do tamanho do Inter, que tem um orçamento que ultrapassa os cem milhões de euros (R$ 330 milhões), não pode ser gerido por duas pessoas. Precisa ser compartilhada. Eu mesmo, como primeiro vice, tive dificuldades. O sistema nos inibe, nos proíbe para contribuir com aquilo que entendemos que é o carro-chefe do clube. Se fizermos uma análise, todas as pastas trabalham de forma compartilhada. E é visível o crescimento delas em comparação ao futebol. Então, essa mudança de estatuto, que deu oportunidade de fazer um conselho de gestão, vai nos beneficiar. Mudaremos a forma de comandar o futebol.

Na eleição passada, o candidato Vitorio Piffero causou mal-estar ao descartar nomes de técnicos antes de assumir. Depois, teve dificuldade para contratar. Se eleito, o senhor já tem um técnico?
Sim, já temos um técnico contatado. Temos o nome do nosso vice, que até então não tínhamos divulgado, mas é o Luiz Antonio Lopes, nosso companheiro de chapa. Com relação ao técnico, vou me reter um pouco.

É brasileiro ou estrangeiro?
É brasileiro, prata da casa, conhece bem o clube.

Independentemente de Série A ou B?
Sim.

É o Lisca?
Sim, é o Lisca. Então, para nós, é muito claro. Temos um organograma bem estruturado do futebol. Em outros setores do Inter, hoje, vamos ver os quadros de planejamento estratégico com desempenhos. É isso que precisamos no futebol. Temos que ter transparência, sempre cobramos isso em função do modelo. Esse modelo que, para mim, é arcaico. Mas, infelizmente, não conseguimos evoluir. Acreditamos que a próxima gestão tenha que ter isso como meta. Precisamos fazer clube avançar.

Como seria esse organograma?
Tem o vice-presidente acima. Abaixo dele vem a parte remunerada, com diretor-executivo, diretor-técnico e um diretor de relacionamento. No momento que estamos vivendo, crítico, nota-se que seria interessante ter um diretor de relacionamento.

O eleitor compreenderá o discurso desvinculado à atual gestão?
Durante a campanha, venho sofrendo com pessoas dizendo que existe interesse da chapa 1 em se desvincular da atual gestão. Não é isso. Temos convicção daquilo que fizemos ao longo desse ano e da história. Milito no clube desde 2003. Venho ajudado todas as gestões, exceto de 2010 até 2015, mas sempre participando nas áreas que sempre tive finalidade. Então, nosso associado precisa saber é como funciona esse sistema. Quando falamos que não temos interferência no futebol, é verdade. Não quer dizer que eu não tenha responsabilidade pelo todo. Tenho como primeiro vice-presidente, assumo isso. Mas gostaria que o associado entendesse o futebol do clube, a forma como vem sendo gerido. As pessoas que comandam, de onde vêm? Por que são as mesmas? Quando falamos da oposição, é oposição ao modelo, não às pessoas. Não me oponho ao Marcelo (Medeiros), Fernando (Carvalho), Vitorio (Piffero). O Inter precisa avançar. Quando falamos em gerir um clube que não tenha dono, que é de todos, tem que ser comandado por todos, e não por um segmento só, de um mesmo movimento. É isso que precisamos mudar. Tenho boa relação com todos. Hoje mesmo falei com o Marcelo, sobre como podemos ajudar o futuro do Inter. Acho que a preocupação tem que ser de todos.

O senhor apresenta um discurso de união. Aceitaria, se eleito, ter representantes da outra chapa? E aceitaria, se convidado, fazer parte da outra chapa?
O Inter precisa disso, de união. Está muito dividido. Se não unirmos o clube novamente, achar alguém que lidere, não conseguiremos sair desse processo negativo. Dia desses escrevi um texto e lancei internamente. Era sobre o Inter ter se acostumado a achar que era o melhor. Tanto que tínhamos o slogan campeão de tudo. Entendíamos que éramos assim. Hoje, estamos vivendo na contra-mão. vimos que somos frágeis. Neste período, que achávamos que éramos os melhores, surgiram mitos, como o Fernando (Carvalho), Vitorio (Piffero). E vimos que esses mitos são tão frágeis como nós. Estou conclamando todo mundo para pensarmos sobre isso. Essa nova geração, que conhece o clube, vive o clube, precisa dar contribuição. Seria muito fácil eu me retirar da eleição. Mas não. Estou dando a cara para bater no momento negativo para mim, mas acho que nós, colorados, precisamos fazer isso: trazer a experiência de clube para ajudar a comandar o clube.

Por que a análise dos erros é feita só agora?
Ela foi feita antes, mas internamente. Temos a responsabilidade de proteger o clube, eu não venho na mídia divulgar isso. Fiz internamente muito isso. Mas o sistema é assim. Esse modelo vem sofrendo desgaste desde 2010. Em 2013, também. Mas superamos. Se não mudarmos, vamos cair.

Em 2010, houve racha?
Não. Não existe racha, existem posicionamentos naturais dentro de um clube, das lideranças do clube. Sempre fomos comandados por dois líderes, de 2002 até hoje. Ditavam as regras. O Movimento Inter Grande sempre coordenou isso, e de uma forma eficaz até 2010. Conseguiu que outros movimentos que militavam dentro do clube estivessem unidos. Então surgiram novas lideranças, em 2010, com Roberto Sigmann, Giovanni Luigi, Luiz César Souto de Moura, Luciano Davi. Foi uma acomodação natural de quem tinha o poder, avançava. Quem não tinha, recuou. Mas, desde aquela época, eu discordava. Talvez, por eu ter sido "escanteado" dessa união.

O senhor foi escanteado?
Sim. Tive que partir para uma carreira solo, competir contra esse modelo vencedor, que era o Fernando (Carvalho), o MIG (Movimento Inter Grande).

O 2016 marca o fim de uma dinastia?
Acho que é a mudança de um ciclo. Esse ciclo se expirou em 2016. E, mesmo que não caia, tem que mudar. As pessoas que estão no dia a dia, e quero aqui enaltecer a figura do Fernando (Carvalho), do Vitorio (Piffero). Tiveram a coragem de colocar o seu status a risco e fizeram isso em prol do Inter. Por que fizeram? Porque não existem lideranças que possam fazer isso. Não é de graça que há esse monte de movimentos políticos. Então, nós, e eu me coloco nesse patamar, temos que colocar nossa contribuição de gestão. Essas mudanças que o estatuto está oportunizando precisam ser implantadas agora. Ou outros mitos poderão surgir. E isso é fácil acontecer com as mídias eletrônicas e redes sociais, porque de vilão se vira rei rapidamente. Não podemos deixar que oportunistas cresçam em cima de momento negativo. Então, essa experiência que eu tenho de gestão, somado às pessoas que estão comigo, Pedro (Silber), Luiz Henrique (Nuñez). Quero estender isso à chapa do Marcelo, com o Alexandre, João Patrício. Temos que ajudar o clube neste momento.

Pelo seu discurso, a eleição vira quase uma formalidade. A ideia é que todos os movimentos trabalhem unidos?
Não. A eleição se faz necessária porque há propostas diferentes. A nossa é de ampliarmos essa divisão de poder, muito mais do que o nosso oponente propõe. Trabalhamos com o conselho de gestão, nos preocupamos em não avançar no nome do vice-presidente sem antes montarmos o nosso conselho. Isso já não aconteceu com o Marcelo (Medeiros). A primeira coisa que ele fez foi lançar o nome do vice (Roberto Melo). Ele vai de encontro àquilo que pensamos sobre futebol. Mas vai além da eleição.

Em que sentido?
Precisa parar e ver o clube como um todo. Se eu ganhar, vou atrás das pessoas que podem me ajudar. Se perder, vou tentar ajudar e apoiar o presidente do meu clube. Estou, junto com os meus pares, colocando nossa chapa para discutir isso. Nosso torcedor precisa ter subsídio para votar, e ele está perdido. Fizemos pesquisas, e o número de pessoas que não sabe o que fazer é maior do que a gente imagina. Ele não pode simplesmente ir naquela onda de que quem faz parte da atual gestão não presta. Fico chateado porque esses oportunistas usam isso para se beneficiar no momento difícil do clube. Tem muita gente boa trabalhando no Inter. A gente se dedica de uma forma gratuita, colocando em risco a estabilidade financeira nossa pela instituição. Não pode ser denegrido por um momento ruim. É bom que saibamos que esse momento negativo vem acontecendo de um período para cá, porque as coisas estão erradas. Quem pode mudar já esteve lá e em 2013 e viveu momento semelhante (Inter chegou à última rodada com chances de ser rebaixado). Não vamos fazer terra arrasada. O torcedor precisa saber que um clube funciona em cima de três âncoras: patrimônio, finanças e o futebol. Se essas estruturas não estiverem alinhadas, não vai ser só o futebol comandando tudo. O futebol precisa ter estrutura física e dinheiro. Isso se faz com estrutura, planejamento. E isso nós fizemos de forma eficaz. Só que o nosso torcedor não tem essa informação. Simplesmente pega-se o resultado de campo e acha que é oriundo de uma desorganização geral. Não. É errado porque o modelo de gerir é errado.

Mas o que de fato está errado este ano? Por que ano passado o Inter chegou a ser semifinalista da Libertadores...
Quando a gente faz uma coisa organizada, vem em crescimento contínuo. Quando ora está bem ora está mal, mostra-se que não tem planejamento. Planejamento é prever o que vai acontecer.

Não houve planejamento?
Claro que não. No futebol, não. O futebol é gerido em cima daquele momento. Se está mal, troca-se. Precisamos ter filosofia, modelo para, quando contratar, estar dentro do perfil. Se pegarmos os exemplos, principalmente da questão treinadores, variou-se de um retranqueiro para um que entra na área. Não é assim. Precisa existir um grande planejamento. Precisamos saber o que cada um faz e medir o que cada um está fazendo.

Qual é a sua filosofia de futebol, que vê no Lisca o nome ideal para dar sequência?
Não podemos cometer os mesmos erros do início da nossa gestão, como vocês referiram na primeira questão (descartar nomes de treinador). Vivendo esse momento, sabendo do elenco, das dificuldades, faz a gente conhecer os bastidores. Vimos na figura do Lisca esse perfil, alguém que possa começar um comando com as pessoas e um elenco que temos no momento. É um bom treinador, tem o perfil que entendemos servir para essa mudanças, é uma pessoa com espírito sanguíneo, guerreiro, que dá essa auto-estima e conhece futebol. É prata da casa e conhece o Inter. É importante neste momento, que conheça a nossa aldeia.

Para mudar o momento do Inter, vai ser preciso buscar medalhões?
Vamos ter dentro pessoas que conheçam futebol e que saberão montar o que precisamos. Uma coisa eu garanto: nós sabemos gerir o clube. Sabemos como fazer que os resultados financeiros cheguem ao futebol. Essa experiência fará a gente ter as melhores cabeças para montar o time. Queremos um time extremamente competitivo, com grandeza e identidade do clube. Precisamos de pessoas aguerridas, que venham para o clube com a vontade de jogar. Para a usar a expressão: que joguem por um prato de comida. Esse é o perfil, esse é o estilo. Queremos fazer uma integração com a base. Temos um projeto pronto para a elaboração do projeto para o CT. E queremos implantar. Não tenho dúvida que o dia que tivermos o nosso CT, vamos crescer de uma forma significativa. O que precisamos fazer é essa mudança.

Esse time terá D'Alessandro?
D'Alessandro é do Inter. Voltará em dezembro e vai ajudar muito, principalmente neste momento de transformação. Converso muito com ele, me tornei amigo pessoal. Fui uma das pessoas que viabilizou todas as questões de débito com D'Alessandro. Hoje, o Inter não deve nada a ele. E a relação do jogador com a instituição é muito forte, e não tenha dúvida que ele poderá ser esse componente. E eu já falei com ele. Vai contribuir e ajudar muito a gente.

O que você diria aos eleitores?
Quero que o nosso torcedor faça uma verdadeira leitura de tudo isso que está acontecendo, que movimentou tudo isso em 2016. Queria que essa reflexão que todo mundo está fazendo em cima do episódio Chapecoense fosse estendido para o Inter. Nossa instituição tem sofrido muito nos últimos anos, oriundo do desgaste que o poder vem sofrendo. O torcedor precisa fazer análise profunda e avaliação criteriosa na hora de votar. Será esse voto que dirá se terá a mudança ou não. Precisamos superar esse momento negativo. E isso só vai acontecer se estivermos unidos e se as melhores pessoas que podem ajudar o clube estejam presente e participando. Ou teremos que começar do zero e será muito difícil. 

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