Coincidência histórica une três tradições milenares: a Quaresma, o Ramadã e o Ano-Novo Chinês
Neste ano de 2026, três celebrações de tradições distintas se encontraram em um raro alinhamento de calendários: a Quaresma, o Ramadã e o Ano-Novo Chinês. O fenômeno, segundo registros históricos, só havia ocorrido uma vez antes, em 1863.
A Quaresma, período de 40 dias que antecede a Páscoa e começa após o Carnaval, teve início na quarta-feira, 18. Para os católicos, é um tempo marcado por jejum, oração e práticas de generosidade.
No mesmo dia, os muçulmanos iniciaram o Ramadã, mês sagrado em que se recorda a revelação do Alcorão ao profeta Maomé. A tradição também valoriza o jejum, a caridade e a reflexão espiritual.
Já o Ano-Novo Chinês começou na terça-feira, 17, inaugurando o Ano do Cavalo de Fogo no calendário lunar. A celebração, que é o feriado mais importante da China e de outros países asiáticos, simboliza paixão, transformações rápidas e desafios de convivência.
O encontro dessas datas, separadas por apenas um dia, é visto como um marco de respeito e harmonia entre comunidades religiosas e culturais. Representantes católicos, islâmicos e budistas destacaram que, apesar das diferenças, todas as tradições compartilham valores como jejum, oração, caridade e reflexão, princípios que reforçam a busca por humanidade e solidariedade.
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