Como André usou o barco da pesca para ajudar Ereira: “No meio do azar, sentiu-se a união do povo”
Rostos de quem segurou o país. Durante o mês que assolou Portugal, houve quem tivesse trabalhado sem parar para devolver a normalidade ao país. No caso de André, isso significou pegar no barco da pesca e transportar pessoas, alimentos e até um ferido nas três semanas em que Ereira virou uma ilha