Cabecilhas da milícia neonazi portuguesa que fabricava armas 3D vão continuar em prisão preventiva
Juiz considera que continua a existir perigo de fuga e da atividade criminosa e manteve a medida de coação mais pesada para os quatro suspeitos do Movimento Armilar Lusitano. Grupo tinha 24 armas de fogo, entre elas seis armas de tecnologia de impressão 3D cujos desenhos técnicos eram obtidos na Darkweb