Reitora do IFG é empossada e MEC anuncia PL para contratação de mais de 16 mil servidores
O Ministério da Educação (MEC) empossou na quinta-feira, 15, em Brasília (DF), a professora Oneida Irigon para o segundo mandato à frente da Reitoria do Instituto Federal de Goiás (IFG).
A cerimônia contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana. Segundo ele, essas instituições são fundamentais para ampliar oportunidades e reduzir desigualdades. Ele também elogiou a gestão de Oneida Irigon e afirmou que a reitora tende a ampliar os resultados alcançados no primeiro mandato.
Ainda de acordo com Santana, Projeto de Lei (PL) enviado ao Congresso Nacional prevê a criação de mais de 16 mil vagas para contratação de servidores, exclusivamente para os institutos federais. A medida, segundo o MEC, busca ampliar a capacidade de atendimento e qualificar ainda mais a oferta educacional em todo o país.
Em seu discurso, Oneida Irigon enfatizou que o fortalecimento da educação pública depende de decisões políticas concretas, orçamento adequado e diálogo institucional. A reitora destacou avanços estruturais recentes do IFG, como a implantação de seis restaurantes estudantis, a construção de dois novos blocos acadêmicos, dois ginásios esportivos e a retomada de obras que estavam paralisadas há anos.
Trajetória da reitora do IFG
Primeira mulher eleita reitora do Instituto Federal de Goiás, Oneida Irigon é doutora em Educação pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha), mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e graduada em Pedagogia.
Professora do IFG desde 2010, já ocupou cargos como pró-reitora de Ensino, diretora-geral do campus Goiânia Oeste e chefe de departamento no campus Luziânia. Atualmente, o IFG possui 14 campi e um polo de inovação, com 221 cursos ofertados a 24.278 estudantes. O quadro institucional reúne 1.102 professores e 847 técnicos administrativos.
Santana ainda afirmou que R$ 50 milhões serão destinados à construção de dois novos campi do IFG, nos municípios de Cavalcante e Quirinópolis. As unidades fazem parte da política nacional de criação de mais de 100 novos institutos federais, priorizando regiões com menor oferta de educação técnica. Ainda estão previstos R$ 836 mil para ações de consolidação da instituição.
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