Gleisi elogia Moraes por voto para condenar réu dos atos de 8/1: não foi domingo no parque, foi tentativa de golpe
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Deputada afirmou que postura do ministro em seu voto foi duríssima e certíssima, ressaltando que punir o ímpeto golpista é fundamental para cortar o mal pela raiz
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247 - A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) elogiou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por seu voto incisivo no julgamento do caso dos atos golpistas de 8 de janeiro, chamando atenção para a importância de punir os envolvidos na tentativa de golpe. O voto de Moraes foi para condenar Aécio Lúcio Costa Pereira, que se tornou o primeiro réu a ser julgado no caso da invasão e depredação de prédios públicos ocorrida durante o terrorismo bolsonarista visto em Brasília no início do ano.Moraes utilizou fotos e vídeos da invasão para embasar sua argumentação, destacando a gravidade dos eventos daquele dia e afirmando que o “negacionismo obscuro” fez com que envolvidos e advogados tentassem minimizar os atos golpistas.Gleisi, então, parabenizou o ministro por sua atuação: "Alexandre de Moraes duríssimo e certíssimo no julgamento do 8 de janeiro. Punir ímpeto golpista é fundamental pra cortar o mal pela raiz, incluindo esse advogado bolsonarista e delirante Sebastião Coelho, que fez um papelão no STF. Não foi um domingo no parque, foi uma tentativa de golpe, como o próprio ministro atestou. Sem anistia!".Alexandre de Moraes duríssimo e certíssimo no julgamento do 8 de janeiro. Punir ímpeto golpista é fundamental pra cortar o mal pela raiz, incluindo esse advogado bolsonarista e delirante Sebastião Coelho, que fez um papelão no STF. Não foi um domingo no parque, foi uma tentativa… Gleisi Hoffmann (@gleisi) September 13, 2023O réu Aécio Lúcio Costa Pereira, preso durante os atos, enfrenta acusações que incluem abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e danos ao patrimônio público. O ministro Moraes ressaltou que o episódio de 8 de janeiro não foi um protesto pacífico, mas sim o ápice de uma escalada de violência pós-eleições, elogiando também o Exército por não apoiar o golpismo.